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Desde que eu me entendo por gente, e muito antes disso, o mês de março é considerado o mês das mulheres. A maioria das pessoas comenta que a data é celebrada no dia 8 de março, devido a um incêndio em uma fábrica de costura em Nova York no ano de 1911, quando cerca de 130 operárias morreram carbonizadas. O incidente ocorrido em 25 de março daquele ano marcou a trajetória das lutas feministas ao longo do século 20. Realmente uma data repleta de significados. E ao relembrar essa data por que não juntar a luta das mulheres e dar mais espaço para elas em nosso cotidiano?

Conheci no ano passado um projeto que busca dar espaço às mulheres na literatura. O “Leia mulheres” pretende dar mais visibilidade às mulheres no mercado editorial, fazendo um convite para que as pessoas possam ler obras escritas por mulheres. Vi também recentemente no canal “Conto em canto” um projeto intitulado "mulheres para ler" e o foco era ler apenas obras de autoras no mês de março. E para quem acha que isso é balela, deixo o desafio de darem uma olhada nas últimas 10 leituras que fizeram e observem quantos desses livros foram escritos por uma mulher. Surpreendente, né?

Pensando nisso, resolvi juntar duas coisas que apoio (literatura e a visibilidade feminina) e dar mais espaço na minha estante e no meu cotidiano para uma causa que precisa ser reconhecida e perpetuada ao longo dos meses. Pois apesar de termos mais leitoras que leitores, na escrita ainda não é assim. Então pra começar, neste mês de março todas as obras que vou ler serão escritas apenas por pessoas do sexo feminino. Não sei se vou conseguir ler tudo que imagino, mas abaixo estão algumas das leituras que pretendo fazer neste mês.

  • A vida que ninguém vê - Eliane Brum;
  • O conto da Aia - Margaret Atwood;
  • Kindred: Laços de Sangue - Octavia E. Butler;
  • Todo dia a mesma noite - Daniela Arbex;

E vocês? Vão ler mulheres nesse mês de março? o que acham da ideia? Me contem nos comentários!
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Quando um livro é considerado obra essencial para todos os públicos das mais diversas épocas e idades, é comum que a curiosidade nos permeie para identificar do que se trata a temática. “O sol é para todos” era um título que há muito tempo estava na minha lista de livros para ler, mas que nunca havia tomado a iniciativa. Recentemente percebi que precisava de uma leitura impactante, que trouxesse à tona questões que prendem e comovem quem está lendo, uma leitura que deixa o leitor de cabelo em pé. Com certeza “O sol é para todos” se enquadra perfeitamente nessas definições.

Em um dos maiores clássicos da literatura mundial, conhecemos uma história que traz à tona a injustiça e o preconceito racial, e percebemos o quanto ainda são tão atuais, mesmo com o passar do tempo. Ambientado nos Estados Unidos dos anos de 1930, nos deparamos com uma narrativa que muito se assemelha aos dias de hoje.


• Páginas: 350
• Título original: To Kill a Mockingbird
• Autora: Harper Lee
• Área temática: Romance
• Editora: José Olympio

Através da perspectiva de Jean Louise (ou Scout Finch, como é chamada por seus conhecidos), uma menina de 6 anos, conhecemos a cidade de Maycomb e as histórias que por ali permeiam. Scout tem como grande escudeiro o seu irmão mais velho Jem, é com ele que desfruta as melhores aventuras da infância, as brincadeiras e as travessuras. Maycomb é um lugar pequeno e pacato, até o dia em que o pai das crianças, o advogado Atticus Finch, defende um homem negro acusado de estuprar uma mulher branca, o que desperta represálias da comunidade racista da pequena cidade.

“Eu queria que você visse o que é realmente coragem, em vez de pensar que coragem é um homem com uma arma na mão. Coragem é quando você sabe que está derrotado antes mesmo de começar, mas começa assim mesmo, e vai até o fim, apesar de tudo. Raramente a gente vence, mas isso pode até acontecer.”


Os personagens são bem humanos e cativantes, logo de cara somos imersos na família dos “Finch” e nos sentimos parte dela. Conhecemos as crianças, a rotina, a vizinhança e como as coisas mudam com o desenrolar do tempo. É um livro que trata de temas densos, mas ao mesmo tempo traz uma sutileza na narrativa e uma maneira fluida de despertar a atenção e o senso crítico de quem lê.

Com uma história forte, esse é um livro que marca profundamente cada leitor. A sensação de injustiça e de se sentir de mãos atadas pode ser comumente sentida por quem está lendo esta obra. É de se admirar como podemos ser surpreendidos positiva e negativamente através do desenrolar da trama. Essa com certeza será uma obra que levarei comigo pra sempre. Em cada ato de injustiça, de intolerância, de falta de empatia do cotidiano, lembrarei de que por mais dura que a vida possa parecer o sol é para todos.

Gostam de clássicos? já leram esse?
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Que eu amo ler todo mundo já sabe. Sejam livros de romance, aventura, ficção, revistas, lembretes ou até mesmo bula de remédio, tudo me faz ficar encantada com cada junção de letrinhas formando a palavra, que vai formando uma frase, assim montando um texto(não é a toa que alguns me chamam de menina do livro). Mas o verdadeiro problema é quando você se perde na leitura, quando falta motivação pra mais uma página, quando você acha o livro bem chato, nem suporta vê-lo. Isso acontece na maioria das vezes quando a pessoa se pega lendo algo que foi pedido pelo professor de literatura(em alguns casos), pra completar trabalhos escolares ou até mesmo em um livro que começou a ler por vontade própria e percebeu que ele não era bem aquilo que prometia. Pra quem quer dicas de como continuar lendo o livro, por não querer desistir dele ou por obrigação mesmo, separei umas dicas bem legais.
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Ler é um máximo, não é mesmo? Ainda mais quando nos deparamos com um livro tudo de bom. O livro que venho falar hoje é mais que tudo de bom. Dois em um,  é diferente dos outros livros que falava aqui no blog, esse é um livro repleto de poesias da autora Alice Ruiz. Encontrei ele na biblioteca da escola e foi amor a primeira vista.
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Se tem uma coisa que amo é ler, principalmente quando é um livro que está na minha lista de desejos há anos, e por incrível que pareça você não encontra tempo, vontade ou o próprio livro. Pois bem, hoje trouxe para vocês três indicações de livros que estão na minha lista de quero ler agora. São livros que vi em alguma livraria, indicação de amigos ou blogs. Espero que vocês gostem das indicações e se tiverem lido me contem se vale mesmo a pena. Como ainda não li nenhum deles, as sinopses são de outras pessoas e o link está no nome dos livros, mas assim que ler algum deles farei uma resenha.
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Jornalista. Blogueira desde 2011. Metade de mim é amor, a outra metade é fluminense, séries e los hermanos. Se você gosta disso, de indicações de filmes, livros e muito mais, esse é o lugar certo.

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