Talvez o amor seja isso mesmo: doses de felicidade, euforia e também de saudade.
É encontrar no outro um lar, mas também não ter receio de voar quando precisar.
Também é saber que tudo que emana deve ser verdadeiro, mas sempre conter muito respeito pelo que o outro é, foi e que um dia será.
O amor não precisa ser pra sempre pra ser amor
tampouco precisa de uma tragédia para chegar ao fim
Não precisa de um manual de instruções de como se comportar com a pessoa amada, mas deve ter uma série de atitudes que não se deve tomar.
Ele está nas pequenas coisas, nas manias do outro, nos lugares que já passaram e os planos que ainda sonham.
Talvez as coisas mudem, o tempo passe, as pessoas se distanciem e continue sendo amor, mesmo que esteja guardado como uma caixinha de música no fundo da gaveta.
Ele continua ali, mesmo que sua essência não seja vivida como era diariamente.
Amor também é deixar ir.
Amor também é desistir.
Também é deixar o outro crescer e procurar sua felicidade, porque ela não deve ser resumida a uma pessoa só.
Não é prender, não é moldar, não é deixar em cima do altar. Isso pode ser outra coisa, só não é amor.
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