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Sabe aqueles livros que são muito comentados por aí? seja pela inovação da narrativa, por ter personagens bem construídos ou por tocar o coração de quem lê, essas obras acabam se tornando bastante conhecidas. Foi através de muitos comentários que conheci o peso do pássaro morto: um livro nacional, curtinho e escrito por uma mulher. Tinha como não querer ler? Resolvi dar uma chance e foi surpreendente.

Sinopse: A vida de uma mulher, dos 8 aos 52, desde as singelezas cotidianas até as tragédias que persistem, uma geração após a outra. Um livro denso e leve, violento e poético. É assim O peso do pássaro morto, romance de estreia de Aline Bei, onde acompanhamos uma mulher que, com todas as forças, tenta não coincidir apenas com a dor de que é feita.

Aline Bei nos apresenta em seu romance de estreia uma escrita doce, tão singela que até parece poesia; e é de certa forma uma narrativa poética. Em contrapartida, essa é uma história muito forte e que chega a ser dolorida de ler. As reflexões e lições ali presentes colaboram para um enredo que chega a ser emocionante.

A narrativa de "O peso do pássaro morto" é diferente de tudo que já li. Traz certa familiaridade, ocorre de maneira fluida e é repleta de metáforas. Constituída por uma história impactante ao mesmo tempo que possui um ritmo muito rápido de leitura, a obra possui 153 páginas (concluí em uma tarde), com capítulos curtos, fortes e ao mesmo tempo muito necessários.


Essa não é a simples história de uma mulher, mas sim a de diversas mulheres espalhadas mundo a fora. Ver a vida de uma pessoa ao longo dos anos, principalmente os momentos mais marcantes, inclusive aqueles que parecem que não dizer nada, mas falam tudo. Esse livro inicia-se com a inocência, amadurece na solidão e tem em seu cerne a dor.

Uma mistura de sentimentos de faz presente a cada capítulo, mas a sensação de soco no estômago foi a que mais se evidenciou. Não é um livro sobre perdas, mas sim sobre o que fica. Uma obra belíssima e sutil, daquelas que possui uma mensagem que fica na gente para além do tempo. Recomendo muitíssimo!

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Escrito há 71 anos, "O segundo sexo" é conhecido por muitos como a "bíblia" do feminismo. Não sei se pelo tamanho dele, pelos diversos conceitos e histórias ali presentes ou apenas por ser a primeira obra a abordar o termo "feminista". É sabido, contudo, que esse livro foi um marco na história e como me considero uma mulher feminista (alguém que busca e acredita que homens e mulheres devem ter as mesmas oportunidades em todos os âmbitos da vida independente do gênero), essa é uma leitura que via como indispensável para aprimorar meus conhecimentos.
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Um dos atributos que me faz me apegar a alguma coisa é o quanto aquilo me chama a atenção. Com essa obra não foi diferente. A sinopse dessa história me prendeu antes mesmo de começar a folhear cada página. Sou uma romântica incurável. Isso ninguém pode negar. Logo, narrativas que trazem o amor como temática principal me despertam interesse. 

Conheci "o que sabe o coração" através de um sorteio no skoob, marquei ele como desejado e o encontrei de forma gratuita meses depois na loja da amazon. Não podia perder a oportunidade e simplesmente devorei cada página da obra. Narrado pelo olhar de Quinn, nos deparamos com uma história que traz como temática central o órgão do corpo humano associado com o amor: o coração.

Quinn perdeu Trent, seu namorado, dias antes do fim do ensino médio. Para tentar lidar com o luto, ela vai em busca de manter contato com as pessoas que foram contempladas com os órgãos que eram de seu amado. No entanto, ela não recebe resposta do rapaz que recebeu o Coração de Trent e vai em busca de descobrir mais daquela pessoa que conseguiu uma nova chance de viver com um "pedaço" daquele que amava. 


Impossível de não suspirar com essa história! Eu fiquei muito encantada com a escrita da autora e como o livro foi esquematizado. As citações inspiradoras no inicio de cada capitulo, a narrativa envolvente, os personagens presentes... a junção de tudo fez com que a historia fosse ainda mais especial. O livro escrito pela Jessi Kirby trata sobre perdas e possibilidades de recuperação.

Aparentemente um romance adolescente clichê, mas com um plano de fundo diferente de tudo que já li ou imaginei. Mesmo não tendo passado por nada parecido, foi impossível não me colocar no lugar de Quinn, de sentir o que ela sentia, de imaginar o que ela imaginava e de torcer para que ela conseguisse seguir em frente. Aposto que você vai ficar com o coração quentinho após ler a obra!

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O título de um livro é a porta de entrada para o interesse numa leitura, e com "As coisas que você só vê quando desacelera" não poderia ser diferente! É um título impactante que chama a atenção porque possui muito sentido com nossa realidade. Vivemos em uma era na qual tudo é feito de forma rápida e sem muitas delongas. Tomamos decisões e atitudes precipitadas, muitas vezes em decorrência da rotina acelerada que vivemos. 
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Prisioneiras é um livro de não ficção escrito pelo médico brasileiro Drauzio Varella. A obra retrata a situação das mulheres no cárcere, como elas chegam naquela situação, como é a vida no presídio, como são tratadas lá e também um pouco das historias das presidiárias. É um livro antes de tudo humano. Conhecemos a realidade dos presídios femininos, mas também a realidade de pessoas, mulheres que estão ali na maioria das vezes por conta de seus parceiros ou por defender quem amam. 

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Uma das coisas que mais queria no momento era um kindle. Ganhei esse ano um de presente de aniversário e estou adorando! A preferência pelo leitor digital se deu na intenção de diminuir a compra de livros físicos e diminuir o peso nas costas (quem me conhece sabe que só ando carregada de livros pesados na bolsa). A maioria dos livros que quiser ler você precisa comprar, o que é o certo, para continuar movimentando a indústria literária nessa era digital, no entanto, sei que muita gente nem sempre tem aquele dinheirinho sobrando no fim do mês para investir nas leituras. Por isso, trouxe pra vocês algumas opções pra encontrarem ebooks de forma gratuita na internet.
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Ler sobre algo que tenha relação com nossa história e que possa acrescentar conhecimento de alguma maneira para nosso repertório é, na minha visão, muito satisfatório. Trazer conhecimentos do mundo real a partir de uma leitura, série ou documentário pode fazer com que um determinado acontecimento difícil de entender seja facilitado pela maneira como é retratado. Por isso, nesse post trouxe cinco obras que mostram um pouco do que aconteceu durante um período tão marcante e triste para a história da humanidade: a segunda guerra mundial. São livros que trazem em seus enredos aquele período misturando ficção com doses da realidade e que precisam ser conhecidos.

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Faziam muitos anos que não lia uma obra do Harlan Coben. Para ser sincera com vocês, não faço ideia do porquê. Já que ele escreve de uma maneira única, me prende a cada página e possui uma maestria sem igual para juntar peças de uma narrativa. Em uma de minhas idas ao sebo me deparo com "Cilada". O nome por si só já chama a atenção e a sinopse desperta ainda mais a curiosidade de quem folheia o livro. É claro que trouxe o livro para casa.
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Alguns acontecimentos marcam o mundo do mesmo modo que algumas pessoas marcam a vida da gente. Foi na junção dessas duas coisas - a de um acontecimento importante para a história e o encontro de duas almas - que surge a história de amor de Lucy e Gabe. Ambos se conheceram na faculdade exatamente na manhã do 11 de setembro de 2001, data recordada pela colisão de dois aviões com as torres gêmeas. No meio de todo o caos, morte e destruição, os dois jovens decidiram que iriam fazer algo importante com suas vidas para a humanidade.
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Acredito que todo mundo teve uma época na vida que pensou em colocar a mochila nas costas e sair em busca de um sentido na vida. Muitas vezes o medo e a dúvida nos fazem estagnar no tempo e acabamos vivendo nossos dias no piloto automático. Carregamos diariamente as incertezas da vida e esperamos que alguma coisa grandiosa aconteça e mude nossa perspectiva. E é mais ou menos assim que acontece em perdidos por aí. Leila vai em busca de ver a aurora boreal e encontra pelo caminho pessoas que estão meio perdidas no caminho e na vida.

Muito mais que um romance, o enredo é mais puxado para a aventura e é um daqueles livros levinhos que a gente nem percebe e já tem chegado na última página. Cada capítulo coloca a história de um personagem em evidência, o que faz com que a narrativa seja rápida e nada monótona. Uma leitura jovem agradável, daquelas que aparentam ser simples, mas que possui grandes significados.

Me senti imersa em cada história presente na obra. Era como se estivesse no banco de trás do carro vermelho de Leila vivendo mais uma aventura na estrada. Mesmo conhecendo cada personagem há pouco tempo, a protagonista tinha uma maneira muito bonita e carismática de ver a vida. Leila faz amizades muito fácil, é determinada e muito corajosa.


Cada personagem possuía características únicas e se tornaram cativantes a medida que a enredo se desenrolava. Muito mais que um livro sobre aventura, ele traz à tona temáticas como o amor, a amizade, a perda, esperança, a saudade e a busca pelo que podemos ser de melhor.

Ao fim da leitura, “Perdidos por aí” me trouxe uma sensação muito mais incrível do que poderia imaginar. De um modo geral, é exatamente isso: tá todo mundo meio perdido. Muitas vezes podemos achar que nosso caminho já está predefinido, mas existem muitas paradas na estrada, muitas outras rotas e desvios por aí que podem mudar o destino final das coisas.

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Em abril de 1986 ocorreu o acidente nuclear de chernobil. O desastre é considerado o maior acidente nuclear da história. Um dos quatro reatores da usina, que serviam para gerar energia para a Ucrânia, explodiu repentinamente. O incêndio liberou uma nuvem radioativa que atingiu alguns países. Na época, a cidade de Pripyat estava em expansão mas, após o desastre, se tornou praticamente uma cidade fantasma. O impacto da radioatividade no local existe até hoje e os antigos moradores do local ainda sentem os efeitos da radiação. 

No livro vozes de Tchernobyl, somos apresentados a relatos de pessoas que possuem alguma ligação com o acontecimento. Seja de moradores, pesquisadores, cientistas, médicos, soldados, pessoas que sofreram algum tipo de doença ou perda após o desastre. Eles rememoram o acontecido e comentam como foi passar por aquela situação que possuía todos os sinais de uma guerra: soldados, evacuação, locais abandonados e a destruição do curso da vida. 


O material radioativo espalhado era quatrocentas vezes maior que o das bombas utilizadas nas cidades de Hiroshima e Nagasaki, em fins da Segunda Guerra Mundial. Logo, quem sobreviveu ainda enfrenta vários problemas de saúde, pois a terra e água da região foram contaminadas por elementos radioativos. São narrativas doloridas e impactantes de pessoas que tiveram suas vidas completamente modificadas por uma espécie de guerra que não pôde ser vista, mas sim sentida. Pois a radiação não se vê, não tem odor, nem som. É incorpórea.

"Não sabíamos que a morte pode ser tão bela. Eu não diria que ela não tinha cheiro. Não era um aroma de primavera ou de outono, mas algo completamente diferente, não era aroma de terra. Não... Picava a garganta e fazia os olhos lacrimejar."



A autora Svetlana Aleksiévitch trouxe à tona as vozes dessas pessoas, humanos que estavam presentes nesse terrível desastre. Os pensamentos, angústias e medos gerados a partir de Chernobyl são expostos a cada capítulo. Vale salientar que a jornalista bielorrussa conquistou o prêmio nobel de literatura em 2015 também graças ao livro, que foi classificado como "obra polifônica, um monumento do sofrimento e da coragem em nosso tempo". Publicado em 1997, "Vozes de tchernóbil" levou dez anos para ser escrito e reúne entrevistas com testemunhas da maior catástrofe nuclear da história.

As descrições contidas na obra são reais e as mais diversas, mas todas possuem um apelo emocional muito forte, sendo assim, uma espécie de grande reportagem, que traz à tona as mais variadas questões que entornam esse acontecimento. Vale a pena a leitura para saber um pouco mais sobre uma parte da história que precisa ser conhecida também pelo ótica humana, não apenas científica.

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Tentei lembrar qual foi o momento em que vi esse livro pela primeira vez, mas a única certeza que eu tenho é que foi o seu título que me fisgou. Fala sério! Quem nunca ouviu falar do pacto dos 30 ou 40 no qual, se não estiverem com ninguém até essa idade, dois amigos ficam juntos? Quando bati o olho em “Se nada der certo até os 30, você se casa comigo? sabia que seria uma leitura daquelas de tirar o fôlego.
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Muitas vezes os fins são começos. Com os términos, se abrem novos caminhos para recomeçar. E é exatamente assim que é iniciada a narrativa de "Por lugares incríveis". Dois jovens estão prestes a darem fim nas suas vidas quando um se depara com o outro. Violet sempre teve uma vida perfeita, até que sua irmã mais velha morreu em um acidente de carro e apenas ela sobreviveu. Theodore Finch é conhecido como a aberração da escola, tem depressão e sofre ataques violentos do pai. Ambos se encontram quando tudo parecia não ter mais sentido e resolvem procurar motivos para continuar vivendo.

Ninguém sabe da dor do outro. Podemos até imaginar como é passar por determinada situação, mas é impossível viver na pele de alguém, com todas as dores, perdas e memórias. Contudo, quando encontramos alguém com quem podemos contar as coisas tendem a se tornar mais leves. Finch e Violet estão passando por momentos difíceis em suas vidas, mas um trabalho de geografia faz com que a dupla se proponha a conhecer lugares incríveis do estado onde moram e assim acabam descobrindo um ao outro.

Autor: Jennifer Niven
Editora: Seguinte
Número de Páginas: 336 

Essa narrativa arrebata corações. Acho "por lugares incríveis" tão intenso quanto a adolescência, cheio de dramas, de aventuras e de novas descobertas. Nos deparamos com duas vidas bem diferentes uma da outra, mas que se encaixam de uma maneira bem inusitada. Violet tem uma vida aparentemente normal, possui alguns amigos e uma família adorável. Já Finch possui uma família bem apática aos seus sentimentos, pais divorciados e problemas na escola. Por ser narrado em primeira pessoa, mostrando a visão dos dois em capítulos alternados, conhecemos ao desenrolar da história um pouco mais dos sentimentos e vivências de cada um.


A delicadeza que a relação dos dois vai sendo construída, a caracterização de cada personagem, os lugares que eles percorrem possuem uma sutileza sem igual. Ficamos tão imersos na história a ponto de não querer que o livro acabe, mas querendo viver tudo aquilo também. Apesar de existirem momentos na história que são muito tristes, também existem diversos sentimentos lindos que são despertados a cada nova experiência.

“Aprendi que existem coisas boas no mundo, se você procurar por elas. Aprendi que nem todo mundo é uma decepção, incluindo eu mesmo, e que um salto a 383 metros de altura pode parecer mais alto que uma torre do sino se você estiver ao lado da pessoa certa.”

O romance é bem reflexivo. Traz à tona problemáticas que merecem atenção, principalmente nessa era em que a saúde mental sofre duras pancadas constantemente. Esse é um livro necessário. Daqueles que por mais duro que seja, ou que não consigamos compreender completamente determinadas atitudes, é preciso ir até o fim. Com o término da leitura, é impossível não mudar a perspectiva, sair renovado, acreditando que o que importa não é o que levamos, mas sim o que a gente deixa.

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Aposto que alguma vez na sua vida você já quis mudar uma escolha que fez. Nos arrependemos constantemente de atitudes equivocadas, de certos pensamentos e principalmente de oportunidades que deixamos passar. Mas o que você faria se a vida te desse uma segunda chance? se tivesse uma outra oportunidade para mudar o seu passado?
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Muitas vezes queremos reavivar o nosso hábito de leitura. Mas alguns não fazem ideia por onde começar. Os clubes de assinatura literária são uma boa indicação para isso, pois estimulam a leitura através do envio de uma caixa com livros e brindes que deixam seus leitores imersos no ambiente proporcionado pela leitura. Funciona basicamente com a assinatura e o recebimento de um livro em sua casa todo mês, mas também existe a possibilidade de comprar aleatoriamente quando desejar. Existem muitas iniciativas com as mais diversas propostas, por isso trouxe abaixo 5 clubes literários de assinatura para vocês conhecerem.

Tag - livros



O mais conhecido. Dividido em duas categorias: tag curadoria e tag inéditos. Na Tag curadoria grandes nomes da literatura indicam seus livros preferidos aos associados e contém livro em edição exclusiva (capa dura), revista sobre autor e obra, marca páginas, box colecionável e mimo. O plano anual custa R$ 55,90 + taxa de entrega ao mês e possui um brinde para os assinantes, o mensal custa R$ 62,90 + taxa de entrega. A Tag inéditos é composta pelos best-sellers internacionais ainda inéditos no Brasil, traduzidos em primeira mão para o assinante. Contém livro em edição exclusiva, sobrecapa, infográfico da obra e marcador de páginas. Nesse plano o valor anual custa R$ 39,90 + taxa de entrega ao mês e possui um brinde extra para os assinantes, o mensal custa R$ 44,90 + taxa de entrega.

Turista Literário



Os apaixonados por literatura new adult, música e muitos brindes, já podem definir o clube de assinatura para chamar de seu. No turista literário todo mês é enviada uma caixa contendo um livro surpresa do gênero YA (Jovem Adulto) e itens especiais para estimular os sentidos dos leitores. Elementos aromáticos ou de sabor, playlists musicais e que estimulam outros sentidos fazem parte de cada caixa. Você pode ser assinante e pagar uma taxa fixa todo mês (mais barata) durante um ano, além de ter sua assinatura renovada automaticamente. O valor da caixa para assinantes é de R$ 71,90 + frete. A mala avulsa (você só compra quando quiser) custa R$ 79,90 + frete.


Clube Skoob


O completão, eu diria. O clube de assinatura da rede social dos amantes de livros disponibiliza mensalmente o envio de um livro e itens ligados ao livro enviado, ao mundo literário e/ou ao universo geek. Camisetas temáticas, livros extras e até mesmo brindes de produção limitada e exclusiva podem ser encontrados a cada edição. O valor da caixa composta por livro e 2 brindes custa R$ 59,90 por mês + frete. A caixa especial (livro e 5 brindes) tem o valor de R$ 89,90 + frete. 


Garimpo



Garimpo é uma reunião de clubes de livros com várias opções de kits, divididos de acordo com o tipo de leitor específico: Ficção, Poesia, Leia Mulheres, Humor & Amor, Negócios e Infantil. Vale a pena dar uma olhada em cada clube e escolher de acordo com sua preferência. No garimpo não vem brinde, apenas uma carta enviada pelo curador do clube e o livro. Os clubes infantis custam R$39,90 por mês e os demais custam  R$ 49,90.

Pacote de textos


Receber em casa todo mês um livro surpresa parece ser uma boa ideia. No pacote de textos os mimos são eventuais, ou seja, quem curte uma coisa mais minimalista e mais em conta pode ficar com essa opção. O kit vem com livro, marcador de páginas e carta tema. O pacote mensal custa R$ 42,90 sem valor adicional de frete. O valor do plano anual fica por R$ 34,40 ao mês. Se você odeia pagar frete esse é o seu clube.

Conhece outros clubes de assinatura? quais indica? Me conta nos comentários!
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Não se engane ao ver uma capa bonita e achar que a história será bonitinha também. Cometi esse equívoco ao participar do sorteio do skoob de Impiedosa e me surpreendi de diversas maneiras. Achei que era um romance adolescente, mas me enganei e feio. Apesar de ter como personagens principais um grupo de adolescentes, a história é um thriller eletrizante de terror psicológico que pretende prender a atenção de quem o folheia.
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Quem curte livros com histórias rápidas, fofas e repletas de amor? Nesse post trouxe 5 indicações de livros que possuem um enredo bem bonito, principalmente para o público adolescente e para os românticos de plantão. Além disso, essas obras possuem uma leitura bem fácil e que flui rapidamente, quem procura uma leitura para iniciantes essa também é uma boa pedida. Vale salientar que essas também são ótimas indicações de presentes de aniversário e fim de ano para os leitores que curtem esse gênero. Vamos conferir?

A probabilidade estatística do amor a primeira vista



Para quem gosta de histórias que se desenvolvem rápido e podem ser lidas em poucas horas, aqui vai minha indicação. Hadley fica presa no aeroporto em Nova York e enquanto espera outro voo, depois de perder o seu, ela conhece Oliver. Um britânico fofo, que se senta a seu lado na viagem para Londres. Enquanto conversam sobre tudo, eles provam que o tempo é, sim, muito, muito relativo. Passada em apenas 24 horas, a história de Oliver e Hadley mostra que o amor, diferentemente das bagagens, jamais se extravia.

Já falei dele aqui no blog. Daqueles livros que dão um gostinho de quero mais!

Anexos



Quer uma leitura gostosa e ao mesmo tempo diferente? Narrada através de emails, conhecemos em anexos a história de Lincoln, um agente de segurança da internet, que tem como trabalho o de ler os emails dos funcionários que trabalham na mesma editora que ele. E é a partir disso que ele se depara com a vida de Beth e Jennifer. Quando Lincoln começa a ler as mensagens das duas amigas, ele fica cativado pela vida de história de cada uma e acaba se apaixonando por Beth. Mas como ele iria se apresentar?

Daqueles romances que você se encanta com cada personagem e pelo modo como a narrativa é desenvolvida.

A geografia de nós dois



Imagine um romance muito amorzinho. Imaginou? a geografia de nós dois é exatamente assim. Lucy e Owen se conhecem no momento em que ficam presos em um elevador, quando a cidade de Nova York sofre um blecaute. E entre sorvetes derretidos, caos no trânsito, estrelas e confissões, eles descobrem muitas coisas em comum. Mas logo a geografia os separa. E somos convidados a refletir... Onde mora o amor? E pode esse sentimento resistir à distância? 

Para quem quer um livre que aborde relacionamento à distância, cumplicidade e sonhos, indico muito esse.

Procura-se um marido



Já imaginou ter tudo o que sempre quis? Um carro legal, morar numa casa imensa, ter um emprego no qual nunca será demitido e uma vida repleta de festas e viagens? A vida de Alicia é assim. Ela perdeu seus pais quando era muito nova, e sua família é constituída apenas pelo avô Narciso, um rico empresário, dono de um patrimônio incalculável. Após a morte do avô, ela vê sua vida virar de ponta-cabeça, ainda mais quando descobre que no testamento ela foi excluída da herança, já que seu avô alegou que a neta não tem maturidade suficiente para assumir seu império, a não ser que esteja devidamente casada.

Uma narrativa instigante e cheia de aventuras. Já falei sobre ele aqui.

O projeto Rosie



Don Tillman é um cara super metódico. Todos os seus compromissos são executados de acordo com o cronograma. E se, apesar dessa programação, algum desagradável contratempo surgir em sua rotina, não há nada que não possa ser solucionado com meia hora de pesquisa científica. Até o momento, a única coisa não esclarecida pelos estudos no campo de atuação de Don, a genética, é o motivo para sua incapacidade de arrumar uma esposa. Para solucionar esse problema do modo mais eficaz, Don desenvolve o Projeto Esposa, um questionário que irá ajudá-lo a filtrar candidatas inadequadas a seu estilo de vida. Mas aí ele conhece Rosie, que o mostra que a mulher ideal não existe, mas o amor, sim.

Lindo lindo lindo. Sabe quando temos inúmeros planos de pessoa ideal e nos apaixonamos pela pessoa mais inimaginável possível? o amor tem dessas. Recomendo forte!

Gostam desse tipo de postagem? Se sim, me contem nos comentários que produzo mais conteúdo nesse estilo. 
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Você já parou pra pensar quantas coisas deixou de fazer na sua vida por um simples preconceito? Deixou de comer determinada coisa porque alguém te disse que era ruim, não foi em uma festa porque ouviu boatos de que não era legal, criou ranço de uma pessoa por determinada atitude. Esses são apenas alguns exemplos de coisas que deixamos de fazer por uma ideia pré-concebida sem fundamento algum. Comigo foi exatamente assim com “A cabana”. 

Por comentários alheios, achava que encontraria no livro sucesso de vendas de William P. Young uma dose de auto-ajuda e diversas passagens da bíblia (não que isso seja ruim, mas nunca foi meu tipo de leitura favorita). Mas me enganei e feio. Encontrei nele muito mais do que conhecimento divino, mas passei a ver Deus com outros olhos e recebi respostas para diversas dúvidas que tinha a respeito da fé. 

Na narrativa conhecemos a história de Mack, no momento em que sua filha mais nova é raptada e evidências de que ela tenha sido morta são encontradas em uma cabana. Após quatro anos do ocorrido, Mack recebe uma carta o convidando para ir até a cabana e o que ele encontra lá muda sua vida para sempre.


A história envolvida no livro fala não só sobre perda, mas principalmente sobre confiar e amar novamente. Para mim foi uma verdadeira aula sobre fé, amor e como nos equivocamos diversas vezes em nossa vida por acharmos que estamos sempre certos. Acredito que não poderia ter escolhido melhor momento para ler este livro. Ganhei de presente de uma amiga quando o meu coração estava com pressa e repleto de incertezas. Além disso, minha fé é espiritualização estavam em processo de renovação, por isso a experiência foi tão incrível! 

Muitas vezes buscamos respostas apressadamente para coisas que não estão sob nosso controle. Cometemos o equívoco de culpar Deus por cada coisa inesperada ou ruim que acontece em nossa volta. Por vezes achamos que Deus não existe e esquecemos que seu amor é maior do que qualquer coisa e existe propósito em cada coisa que acontece. 

"Eu crio um bem incrível a partir de tragédias indescritíveis, mas isso não significa que as orquestre. Nunca pense que o fato de eu usar algo para um bem maior significa que eu o provoquei ou que preciso dele para realizar meus propósitos. Essa crença só vai levá-lo a idéias falsas a meu respeito. A graça não depende da existência do sofrimento, mas onde há sofrimento você encontrará a graça de inúmeras maneiras"

Não sei como é a reação de quem lê esse livro para quem não crê em um ser superior ou na trindade santa. Mas para mim, que sou católica e uma eterna aprendiz da palavra de Deus, foi uma leitura bastante enriquecedora e prazerosa. Se eu pudesse presentear todas as pessoas que estão se sentindo sozinhas, insuficientes e que estão perdendo a fé, esse com certeza seria um bom livro.

Gostam desse tipo de leitura?  já tiveram algum preconceito literário e queimaram a língua?
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Já imaginou ter tudo o que sempre quis? Um carro legal, morar numa casa imensa, ter um emprego no qual nunca será demitido e uma vida repleta de festas e viagens? A vida de Alicia é assim. Ela perdeu seus pais quando era muito nova, e sua família é constituída apenas pelo avô Narciso, um rico empresário, dono de um patrimônio incalculável.

Alicia já viajou o mundo, é inconsequente e já se meteu em muitas encrencas. Mas após a morte do avô, ela vê sua vida virar de ponta-cabeça, ainda mais quando descobre que no testamento ela foi excluída da herança, já que seu avô alegou que a neta não tem maturidade suficiente para assumir seu império, a não ser que esteja devidamente casada.

Relutante em casar, a jovem decide burlar o testamento com um plano maluco e vai em busca de um marido de aluguel. No meio de inúmeros candidatos ela encontra Max, um cara que trabalha em uma das empresas de Narciso, e parece ser a pessoa ideal. Mas será que isso vai dar certo? 

Editora: Verus

Número de páginas: 476

Autora: Carina Rissi


Como já era de se esperar, a obra é muito divertida, repleta de aventura e paixão. Carina Rissi mais uma vez nos apresenta uma história tão boa que não dá vontade de largar a leitura até que se chegue na última página. Quem gosta de um romance clichê, daqueles que o galã da história é super fofo e incrível, pode ter certeza que esse livro é uma boa pedida.

“A cálida ternura que eu sentia por ele ganhou proporções gigantescas naquele momento, até que se tornou insuportável e achei que eu fosse explodir em um milhão de cores.” – Página 218

O processo de amadurecimento da personagem principal é notório. Somos apresentados a uma menina que não pensa no amanhã, mas que ao longo da obra é obrigada a se tornar uma mulher responsável, que luta para ter o que quer, que passa a enxergar o mundo de uma maneira totalmente diferente da que estava acostumada.

No entanto, um ponto que achei negativo é algo que é muito comum nos livros de Carina, a autora costuma extrapolar as páginas necessárias para explicar a narrativa. Ela é muito detalhista e acaba passando um pouco do ponto, fazendo rodeios em uma coisa que podia ser bem direta. Apesar disso, esse é um livro bem leve, com uma leitura super gostosa de se fazer e com personagens cativantes.

O que acham desse tipo de livro?
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Mais um livro do Gabo para conta! Dessa vez, uma de suas obras mais conhecidas. Numa época de casamentos arranjados, relacionamentos que sobreviviam por aparências, da eterna busca pelo prestígio social, nos deparamos com a história de Florentino Ariza e Fermina Daza, que se conheceram no tempo de mocidade e viveram um romance que durou pouco tempo, mas que resistiu às barreiras do tempo. 

Inspirado na história de amor dos seus pais, Gabriel García Márquez nos transporta, através do seu relato, para a América Latina do século XIX em uma história de longa espera. O romance traz a contextualização histórica de uma época repleta de preconceitos, doenças e guerra. Nele, conhecemos um amor ultra-romantizado, que mais parece um amor platônico, onde o reencontro das duas pessoas só ocorre após 50 anos. 

O telegrafista, violinista e poeta Florentino Ariza se apaixona por Fermina Daza, uma respeitável donzela de família. O pai da moça, descobrindo o possível romance, envia sua filha a uma viagem de um ano, na tentativa de fazê-la se esquecer de Florentino. A estratégia funciona. Fermina casa-se com outro homem, considerado um "bom partido". Diante disso, só resta a Florentino esperar ou esquecer. 


A expectativa para saber o final da história é um estímulo para continuar a leitura, que por vezes se torna chata e monótona. No entanto, conhecer os personagens e entender a importância deles para a narrativa, contribui para encontrar o que tem de mais interessante na história. 


“Era ainda jovem demais para saber que a memória do coração elimina as más lembranças e e enaltece as boas e que graças a esse artifício conseguimos suportar o passado.”


Para ser sincera gostei muito do livro. Mas esperava bem mais. É uma história bonita, mas que, ao meu ver, mais se assemelha com obsessão do que ao amor propriamente dito. Um amor utópico, no qual apenas um é realmente apaixonado e o outro segue sua vida normalmente. 

Gostam desse tipo de livro? Já conheciam?
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Jornalista. Blogueira desde 2011. Metade de mim é amor, a outra metade é fluminense, séries e los hermanos. Se você gosta disso, de indicações de filmes, livros e muito mais, esse é o lugar certo.

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