Não se avexe!
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Talvez o amor seja isso mesmo: doses de felicidade, euforia e também de saudade.
É encontrar no outro um lar, mas também não ter receio de voar quando precisar.
Também é saber que tudo que emana deve ser verdadeiro, mas sempre conter muito respeito pelo que o outro é, foi e que um dia será.

O amor não precisa ser pra sempre pra ser amor
tampouco precisa de uma tragédia para chegar ao fim
Não precisa de um manual de instruções de como se comportar com a pessoa amada, mas deve ter uma série de atitudes que não se deve tomar.

Ele está nas pequenas coisas, nas manias do outro, nos lugares que já passaram e os planos que ainda sonham.
Talvez as coisas mudem, o tempo passe, as pessoas se distanciem e continue sendo amor, mesmo que esteja guardado como uma caixinha de música no fundo da gaveta. 
Ele continua ali, mesmo que sua essência não seja vivida como era diariamente.

Amor também é deixar ir.
Amor também é desistir.
Também é deixar o outro crescer e procurar sua felicidade, porque ela não deve ser resumida a uma pessoa só.
Não é prender, não é moldar, não é deixar em cima do altar. Isso pode ser outra coisa, só não é amor.
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O êxito sempre foi algo instituído para que seguíssemos adiante com a sensação de plenitude. Passar no curso dos sonhos, encontrar a pessoa certa para compartilhar a vida ou conseguir aquela promoção no emprego são só alguns exemplos de como existe uma espécie de caminho pré-definido para a definição da felicidade. É como se quem fugisse do roteiro ou não alcançasse os objetivos designados pela sociedade não fosse digno de ser um vencedor. Essa ideia de felicidade roteirizada pode até fazer um pouco de sentido, mas nem tanto.
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Um dia vou embora e só ficarão as lembranças de quem fui, do que disse, do que vivi. 
Dos sonhos, dos laços de amizade, de tudo que ainda tinha para conhecer.
Dos livros que nunca li, dos beijos que não dei, dos lugares que jamais pisarei. 
Os que ficaram, irão relembrar os momentos de felicidade, de como a vida é breve, de como precisamos viver como nunca. 
Vão achar meus cadernos antigos, as postagens de 2 meses atrás nas redes sociais, descobrirão coisas que apenas um nicho de conhecidos sabiam, histórias únicas, relembradas com imenso pesar. 
Rolarão as fotos da minha galeria do telefone e encontrarão momentos tão felizes que ninguém sequer imagina que um dia todos iremos partir. 
São sorrisos nas saídas com os amigos, nos momentos descontraídos com a família, nas fotos repletas de sentimentalismo com o amado. 
As lágrimas correrão pelo rosto ao lembrarem de quem um dia foi amiga da época da escola, conhecida de vista do trabalho, das amizades em comum ou apenas uma garota que morava na mesma cidade. 
Lembrarão que a vida pode ser boa, na maior parte das vezes dura, mas que ela um dia se esvai. 
A vida passa. 
Ficam os sorrisos, 
as palavras, 
ficam o sentimentos 
e as lembranças.
Ah, as lembranças! 
Enquanto existir vida as lembranças serão as únicas que nunca morrerão.
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Era mais um dia em que voltava cansada da rotina dupla de estágio, aulas até dez da noite e com trabalhos para fazer, quando desabafei: "não aguento mais essa rotina, quero que termine logo." De ímpeto, minha mãe que estava comigo nesse dia respondeu: "isso é só uma fase, filha. Logo vai passar". Tenho certeza de que se a gente acreditasse mais em frase de mãe muitos estragos e decepções mundo a fora seriam evitados. Porque, mais uma vez (pra variar), ela estava certa.

É assim e sempre foi assim. Os conselhos de mãe são certeiros. Falou é tiro e queda pra acontecer. Foi assim quando estava no ensino médio, na correria de me dividir entre dois turnos de aula, cursinho, trabalho de conclusão do técnico e mais um monte de coisa. Na época mamãe falou que ia passar tão rápido que eu nem ia me dar conta. E foi exatamente o que aconteceu. Hoje, quase quatro anos depois, sinto uma saudade absurda de tudo que vivi na época.

A rotina não é mais a mesma. Não levanto mais às 6h para ir para outra cidade encontrar os velhos amigos de turma, ficar no intervalo rindo da nossa própria desgraça ou fofocando das aulas anteriores. Não vai ter mais depois do almoço o momento em que todos ficávamos sentados no centro de convivência torcendo para que todo mundo fosse aprovado numa universidade e a correria acabasse (nem sabiamos que estava apenas começando). Dói mais ainda quando lembro da noite, que ficávamos até às 22h vendo aula de química, física, biologia e quando sobrava tempo íamos comer cachorro quente e tocar violão.

As coisas nunca mais serão as mesmas. Você pode tentar voltar para os mesmos lugares que um dia viveu momentos incríveis, mas nem todas as pessoas que fizeram parte daquilo contigo estarão lá, e se estiverem, não serão mais as mesmas pessoas de anos atrás. Você pode tentar reviver momentos, situações, mas nada jamais será do jeito que um dia já foi. E tudo fica ainda mais difícil quando se vira adulto. As responsabilidades triplicam, os amigos seguem rumos diferentes e é cada um por si.

Um dia tudo que se vive hoje será apenas saudade. Da mesma maneira que sua rotina anterior também já se tornou uma linda lembrança. As vezes (tipo agora) me sinto nostálgica com esse tipo de situação. Quando as recordações de tempos anteriores vem à tona é impossível não querer correr pro passado. Mas existe uma parte super positiva nisso tudo: a de valorizar e viver intensamente tudo que temos no agora. Viver como se não houvesse amanhã, aproveitar todos os momentos, se permitir ser feliz sem adiar momentos, sem guardar sentimentos. 

Por isso, se permita viver intensamente tudo que tem agora, pois o amanhã nem sabemos se virá. E a rotina? ah, ela vai existir. Mas também um dia virará saudade.
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Por volta dos 15/16 anos a gente quer mesmo é viver. Sem muitos planos ou sonhos, a vida é ali e agora. E pronto. Resolvido. Mas eu sempre fui uma menina muito sonhadora. Daquelas que passa horas imaginando se seria mais interessante morar num lugar frio, mas cheio de roteiros pra percorrer, ou num lugar quente, mas pertinho da família. Aos poucos as escolhas veem à tona e precisamos nos decidir. Porque até mesmo não tomar atitude nenhuma é uma forma de decisão. E logo eu, a mais indecisa do mundo, com ascendente em gêmeos, preciso escolher por mim. Já cantava los hermanos "Ora, se não sou eu, quem mais vai decidir o que é bom pra mim?"

Por ser muito sonhadora, eu já tinha uma espécie de futuro planejado: jornalismo, federal do meu Estado, formatura antes dos 22, independência financeira, pessoal e amorosa. Perfeito, né? A vida me mostrou que não é bem assim. O lugar em que estou hoje é praticamente o que sonhei há cinco anos. Talvez bem mais do que sonhei. Mas a conclusão que chego até aqui é de que o que realmente tem sido importante de lá até aqui não foi o que conquistei ou a rotina que levo hoje, mas o caminho pra chegar no agora. As pessoas que conheci, novos sonhos que estipulei, as quedas, as vezes que levantei, as perdas e os ganhos. Tudo isso tem sido muito importante até então.

Mesmo estando exatamente onde queria estar, ainda sinto a ausência de muitas coisas. A independência financeira é muito boa, mas diante da rotina corrida, fica quase impossível viajar e aproveitar o dinheirinho extra no fim do mês. Estar quase se formando é um pouco amedrontador pela incerteza do futuro diante do momento político que o país passa hoje. Poder sair para onde quiser, na hora que preferir, não têm tanta graça depois de um dia cansativo em que você só quer deitar na cama e ver netflix. Depois de tudo isso ficou claro que eu não sei o que esperar dos cinco anos que vem pela frente e que nós nunca estaremos 100% satisfeitos com algo, mesmo que a gente tenha sonhado muito com aquilo. E sabe? acho isso demais! Porque são os nossos sonhos que nos movem, e se novas metas não surgissem, ficaríamos estagnados no mesmo lugar durante uns 30 anos.

Precisei de cerca de cinco anos para me dar conta de que tudo que fazemos hoje é refletido no amanhã e de que a vida é isso, é o agora, e que precisamos aproveitá-lo do jeitinho que ele é. Cheio de incertezas, de planos que ficaram pelo caminho, de pessoas que passaram e outras que chegaram. E que bom que a vida pode ser bem mais do que um ritual do que fazer a cada dia, a cada ano, a cada hora. É muito chato viver com um manual de instruções nas costas definindo que devemos nos formar aos 22, casar aos 25, construir uma família antes dos 30 e falar pelo menos 3 idiomas aos 18 anos para sermos pessoas bacanas. A reflexão que levo de tudo isso é que é muito bom ter planos, mas olhar pra trás e perceber que o caminho que trilhamos foi essencial para sermos o que somos hoje e necessário para o nosso amanhã.

A vida não tem um manual de instruções.
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És livre. 

Entre as quatro colunas que sustentam esse sentimento não há nenhum muro ou grade que te impeça de sair;
És livre para ir quando bem entender. 
Suas asas não estão cortadas 
Podes bater vôo, 
Explorar lugares, viver seus sonhos; 
Eles são as coisas mais lindas que se pode ter; 
Saias pra onde quiseres, ria até a barriga doer, beba cerveja com os amigos, cante até o amanhecer.
Espero que sejas inteiramente feliz 
Da sua maneira 
No caminho que preferir seguir. 

Amo sem amarras 
Sem ressalvas
Sem pressão 
Amo como quem não sabe o que não é amar; 
Como se não existisse se quer uma outra opção.
No entanto, saibas que, apesar de livre, o sentimento que pulsa aqui dentro é inteiramente impetuoso
Nosso. 
Apenas nós dois. 
Como uma combinação perfeitamente simétrica de uma melodia que precisa ser ouvida
Bela, encantadora, mas arrebatadora.

Te espero como os pássaros que aguardam o nascer do sol para baterem asas;
Te gosto assim como um imã é capaz de se agarrar a uma superfície metálica com facilidade;
Te sinto avidamente igual cheiro de comida em casa da vó;
Te quero como se nenhum amor no mundo fosse parecido com o teu;
És livre
Inteiramente livre
Mas especialmente amor meu.


Paulina Oliveira
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Jornalista. Blogueira desde 2011. Metade de mim é amor, a outra metade é fluminense, séries e los hermanos. Se você gosta disso, de indicações de filmes, livros e muito mais, esse é o lugar certo.

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