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Quem nunca procurou sites pra ver filme de graça, sem precisar baixar ou não podia assinar uma plataforma de streaming? Acho que todo mundo, né. Hoje trouxe uma indicação que recebi e não posso guardar só pra mim. Para amenizar os dias de quarentena, a embaixada da França no Brasil e essilor/varilux patrocinaram uma baita iniciativa: o festival varillux em casa.

O festival é composto por uma seleção de 50 grandes filmes das últimas edições do Festival Varilux de Cinema Francês em casa de graça. Para assistir, basta acessar o site clicando aqui. Mas corram que os filmes só ficam disponíveis até o dia 27 de agosto!

O festival Varilux em casa está disponível no Looke, uma plataforma brasileira de distribuição digital de vídeos via streaming lançada em abril de 2015. Tem opção para todas os estilos: comédias, dramas, filmes históricos, fantásticos e infantis, a seleção é diversa e recente.

Por enquanto, só vi três filmes, mas pretendo ver muito mais até apagarem a luz (haha). Os vistos foram: As primeiras férias não se esquece jamais, Amor a segunda vista e Um amor impossível. Vou deixar o trailer e a sinopse aqui como indicação para vocês darem uma olhada, mas tem muita opção, gente, sério. Ah, para ver os filmes é preciso fazer um cadastro, mas é rapidinho. Vale a pena!

As primeiras férias não se esquece jamais!

Os parisienses Marion e Ben, ambos na casa dos trinta anos de idade, se conhecem pelo Tinder. E isso é tudo o que eles têm em comum. Mas os opostos se atraem e, depois de um ótimo primeiro encontro, eles decidem sair juntos de férias, apesar dos conselhos daqueles que os rodeiam. O novo casal escolhe o destino de suas primeiras férias juntos: eles irão para a Bulgária! Eles pensam que o lugar seria ótimo, pois está no meio do caminho dos destinos dos seus sonhos: Beirute para Marion, Biarritz para Ben. Sem planejamento e com concepções muito diferentes do que deve ser umas férias de sonho, eles iniciam uma jornada que certamente mudará suas vidas.

Uma comédia daquelas pra tirar o estresse do dia e dar boas risadas.

Faixa etária: 14 anos

Um amor impossível

Baseado no best-seller de Christine Angot, no final dos anos 1950, em Châteauroux, França, Rachel, uma modesta funcionária de escritório, conhece Philippe, um jovem brilhante nascido de uma família burguesa. A partir desta breve, mas apaixonada, conexão nasce uma pequena filha, Chantal. Philippe se recusa a se casar fora de sua classe social e Rachel tem que criar a filha sozinha. Para Rachel, Chantal é sua grande felicidade e por isso luta para que nunca falte nada a ela e exige que Philippe lhe dê seu nome à filha. Essa batalha dura de mais de dez anos e acabará por mudar as vidas de todos.

Muito mais que a naativa de um casal, uma história super precisa e que merece ser apreciada.

Faixa etária: 16 anos

Amor a segunda vista

Da noite para o dia, Raphaël se vê mergulhado num mundo no qual nunca encontrou sua esposa Olivia. Como ele vai fazer para reconquistar a mulher da sua vida, que se tornou uma perfeita desconhecida? Lindo e intenso! Daqueles filmes clichês que te deixam imersas na narrativa. Amei muito.

Faixa etária: 12 anos

Não deixem de conferir! Conhecem iniciativas assim? contem aqui nos comentários!
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Quem adora ver um filme amorzinho, que acalma o coração e nos faz dar boas risadas? Esse tipo de programa é ótimo para ficar mais em paz e leve depois de um dia hiper cansativo ou quando você tá triste e quer ficar melhor, também pode ser assistido juntamente com as amigas ou com a família. A netflix tá cheia de opção de filmes assim, mas um que vi recentemente e acredito que vocês vão adorar se chama amor em obras.

Sabe quando a gente pensa que nossa vida está ótima e do nada vira tudo de cabeça pra baixo? é exatamente isso que acontece com Gabriela. O namoro não evolui pra noivado e sua grande oportunidade de subir de cargo se transforma em demissão. Por isso, ela se inscreve em uma promoção para concorrer a uma pousada na Nova Zelândia.


De uma hora pra outra, ela ganha a pousada e se muda para um novo lugar. Mas a pousada não era bem aquilo que ela imaginava, por isso ela conta com a ajuda de Jake( um empreiteiro lindíssimo) e tenta reformar a pousada para vender e voltar para San Francisco, só que o que ela não imaginava era que ia adorar a calmaria da cidade pequena e também encontrar uma grande paixão.

Esse filme é bem divertido, tem uma pegada leve e super sentimental. Impossível não torcer pela volta por cima da Gabriela e não se apaixonar pelo Jake. Duvido que vocês não fiquem encantados com a química do dois. Acredito também que quando terminarem de ver o filme vocês vão ficar querendo viver uma história assim. 



E aí? Gostam de filmes assim? Me contem nos comentários!
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A receita certa para prender minha atenção e me ver encantada por um filme é só uma: ter um final surpreendente, daqueles que reviram toda a história e mexe com nosso psicológico. Sou encantada por essas narrativas que despertam nosso senso de detetive e no colocam no chão de tão surpreso que ficamos. Abaixo separei quatro filmes para quem, assim como eu, ama esse tipo de longa. Alguns estão disponíveis na Netflix, então corre pra se surpreender o quanto antes.

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Quem é fã de um bom romance, daqueles que tiram a gente do chão e nos coloca nas nuvens, precisa ver esses filmes. Pode ser meio bobinho, muito clichê e não ter o melhor enredo, mas cá entre nós, nos dias em que a pessoa precisa ver uma coisa levinha e esquentar o coração nada melhor do que esse tipo de narrativa adolescente. Selecionei cinco filmes que fizeram com que eu quisesse me apaixonar e acredito que vai ser assim com vocês também.

Como eu era antes de você


Vou logo dizendo: esse é um daqueles filmes de maltratar o coração. Will é um cara rico e bem-sucedido. Depois de sofrer um grave acidente que o deixa preso a uma cadeira de rodas, ele fica profundamente depressivo e contrata uma garota humilde para cuidar dele. Ela sempre levou uma vida modesta, com dificuldades financeiras e problemas no trabalho, mas está disposta a provar para Will que ainda existem razões para viver.

Se você quer se divertir muito (e chorar também) essse é uma boa pedida!

A barraca do beijo


Original da netflix, a barraca do beijo mostra a história dos melhores amigos Elle e Lee que têm a ideia de criar uma barraca do beijo durante um evento da escola. Para fazer da proposta um sucesso, a garota tenta convencer o galã Noah, seu crush e irmão mais velho de Lee, a participar da brincadeira. Ele se mostra irredutível, mas os dois acabam se aproximando como nunca, o que estremece a amizade de Elle e Lee.

Para quem gosta de filmes divertidos e românticos esse é ótimo!

10 coisas que eu odeio em você


Esse é aquele clássico dos bons.  Bianca só pode namorar se sua irmã mais velha, Kat, namorar primeiro. Só que Kat é antissocial e não curte ninguém da escola. Para poder resolver a questão, Cameron, que tem um crush em Bianca, paga para que o bad boy Patrick Verona conquiste o coração de sua futura cunhada. Se deu certo? vocês tem que ver para saber!

Impossível não decorar as falas e os momentos tão bonitos desse filme!

Para todos os garotos que já amei


Imagine se todos os seus crushes descobrissem a sua paixão por eles, e todos ao mesmo tempo! É o que acontece com Lara Jean Covey quando as cartas de amor que ela escreveu para cada garoto que já amou acabam sendo misteriosamente enviadas. A mais nova produção amorzinho da netflix tem tudo o que uma boa comédia romântica pode oferecer. E sabe qual é o melhor? o filme é uma adaptação do primeiro de uma série de 3 livros, ou seja, pode ser que tenha uma continuação. Você precisa ver pra já!

De repente 30 


Mais um clássico da sessão da tarde. Já imaginou acordando com 30 anos?  Isso é o que acontece com Jenna Rink. Descontente com sua própria idade, no dia do seu 13º aniversário ela  faz o pedido virar adulta para ter a vida com que sempre sonhou. O pedido se torna realidade e Jenna desperta com 30 anos de idade. Ela fica assustada com as novidades de sua vida, mas aos poucos fica cada vez mais encantada por ter se tornado tudo aquilo que sempre sonhou. Porém, quando tenta reencontrar seu melhor amigo, Jenna descobre que perdeu contato com ele há vários anos e que agora ele está prestes a se casar.

Já viram algum desses filmes? Se gosta desse tipo de publicação comenta aqui embaixo que trago mais postagens nesse estilo.
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Existem coisas em nossa vida que não escolhemos, elas simplismente chegam e a gente já não sabe mais como conseguia viver sem aquilo. Nossa banda favorita não foi uma procura ávida no meio de inúmeras bandas, suas músicas simplismente encantam e você não cansa de ouvi-las, por exemplo. Assim aconteceu comigo em relação aos filmes. Toda vez que eu via um filme de Pedro Almodóvar sabia que não seria o último, pois a sensação que ficava do término dele era de uma sede insaciável por mais obras do diretor. Por isso, neste post quero apresentar para vocês meus 4 filmes preferidos do cineasta espanhol, conhecido por seus longas dramáticos, extravagantes e suas cores marcantes. Além disso, a importância da mulher e a quebra de tabus estão presentes na maioria de suas obras. Vale a pena conferir!

A pele que habito



Este é, sem dúvidas, o mais conhecido filme do cineasta espanhol. Desde que perdeu sua esposa, o cirugião Robert Ledgard se dedica a construir a pele perfeita, capaz de resistir à dor. Embora negue, ele está tentando recriar a sua mulher por meio da ciência. A Pele que Habito é um filme angustiante, com doses de terror e violência física e psicológica. Repleto de enigmas que vão sendo desvendados, o roteiro é um verdadeiro quebra-cabeça muito bem construído que deixa o telespectador boquiaberto ao final do filme. Para quem gosta de filmes que chocam, essa é uma excelente pedida!

Fale com ela
 


Já falei aqui no blog sobre esse filme. Visto por muitos como o melhor filme de Almodóvar, o longa de 2002, conta a história de Benigno, um enfermeiro que se apaixona por Alicia, uma moça que faz ballet em uma academia em frente ao seu apartamento. Entretanto, um acidente faz com que Alicia fique em coma, e se interne no hospital no qual Benigno trabalha, tornando-se assim o responsável pelos cuidados da bailarina.  A delicadeza, o sentimento e a compaixão estão envolvidas nesse drama, do mesmo modo que questões morais são exploradas e debatidas, atingindo em cheio seu telespectador. É um filme de tocar à alma!

Julieta



A obra mais recente do espanhol conta a história de uma mulher de meia idade que está prestes a se mudar de Madri para Portugal, mas ao ver uma antiga amiga de sua filha Antía, resolve ficar e relembra o passado entre as duas ao escrever uma carta. A trama traz sua protagonista vivida por duas atrizes para representar fases distintas de sua vida. "Julieta" me fez enxergar através de sua história algumas das angústias do ser humano, a culpa, o passado e arrependimentos. Se quiser conhecer mais sobre o filme é só clicar aqui.

Tudo sobre minha mãe



O 13º filme de Pedro Almodóvar tem início quando Esteban, um jovem de 17 anos, está escrevendo uma história chamada Tudo Sobre Minha Mãe. No dia do seu aniversário, sua mãe ia falar tudo sobre o pai do rapaz, que até então ele não conhecia. Mas um acidente impede que isso aconteça, e a mãe de Esteban decide partir atrás do pai de seu filho. A narrativa parece mais uma novela, repleta de personagens e de uma história dramática. Temas que ainda hoje são tratados como tabus são apresentados com grande naturalidade. Uma obra repleta de reflexões!

Espero que gostem das indicações. Já viram algum desses? me contem nos comentários!
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Oi pessoal! Mais uma resenha de filme aqui no blog. Dessa vez vi "Spotlight" para uma avaliação de disciplina da faculdade e as conclusões que tive sobre o enredo foram tão legais que resolvi compartilhar aqui com vocês. Esse filme apresenta a história baseada em um acontecimento real de um grupo de jornalistas da cidade de Boston (EUA) que trouxe à tona diversas denúncias de casos de abuso infantil cometidos por padres. A equipe de investigação do principal jornal de Boston, denominada “Spotlight”, traz à tona casos que foram encobertos por décadas tanto pela igreja quanto por uma série de instituições e grupos.
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Sociedade dos poetas mortos é um filme de 1989 dirigido por Peter Weir. A história se passa na Welton Academy, uma escola rígida que ensina os alunos a serem grandes médicos, advogados e engenheiros no futuro. Um local repleto de regras, imposições e formalidade, no qual os meninos que lá estudam seguem roteiro de vida planejado por seus pais desde que nasceram. No entanto, as coisas começam a mudar quando o novo professor John Keating chega e apresenta aos seus alunos a filosofia de vida "carpe diem", que significa aproveitar o dia. O professor mostra aos seus alunos uma nova maneira de ver a vida, de aprender o conteúdo ensinado em sala de aula. Estimula os alunos a pensarem, a seguirem seus sonhos e viver a vida que eles querem para eles. Mas será que a sociedade daquela época está disposta a aceitar essas mudanças?


O personagem do professor Keating, vivido por Robin Williams, traz na vida daqueles meninos inquietação e reflexão, desperta o interesse dos alunos pela poesia e pela arte e mostra para eles uma outra maneira de ver o mundo e viver a vida. Por causa disso, o professor se torna uma figura mal vista pelos demais professores e  autoridades daquela escola. 

Mas para os alunos acontece o oposto. Os jovens ficam empolgados com a didática do novo professor, e procuram saber um pouco mais sobre o homem que sai dos padrões impostos naquela escola. Eles conhecem a história da Sociedade dos Poetas Mortos que foi fundada por Keating quando era aluno e ressuscitam o clube dedicado a poesia, mistério e amizade. Entretanto, isso não agrada os pais dos alunos, muito menos a direção daquele internato.


Esse é um filme muito abordado por professores e até mesmo em aulas de pedagogia, já que esse filme mostra uma outra maneira de ensinar, um outro tipo de didática. Nesse drama conhecemos um professor visionário, que instiga seus alunos a pensar por conta própria. Ele desperta nos alunos o interesse pela matéria ensinada em sala de aula, de forma que eles não se sintam pressionados a aprender, mas que aprendam pela própria vontade. Sendo assim, essa obra é indispensável para quem gosta ou trabalha com educação.

"Sociedade dos Poetas Mortos" foi, em seu ano de lançamento candidato ao Oscar em várias categorias, e conquistou o prêmio de melhor roteiro. O filme traz diversas citações de grandes nomes da literatura inglesa e traz muitas metáforas em sua produção. A trama modifica quem assiste e promove uma reflexão se estamos realmente aproveitando a vida da melhor maneira.


"Fui para os Bosques viver de livre vontade. Para sugar todo o Tutano da Vida. Para aniquilar tudo o que não era vida e para quando morrer, não Descobrir que não vivi."

Henry David Thoreau


Conheciam o filme? Gostam de histórias assim?
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Sabe aqueles dias que você só quer ver um filme? qualquer filme? independentemente de ser bom ou ruim? então, fui ao cinema com minha irmã e todos os filmes em cartaz estavam em um horário que não era bom pra gente, o único que combinava com nosso horário disponível era "A chegada". Entramos na sessão sem saber absolutamente nada sobre o filme, e por incrível que pareça, todas as vezes que vou ao cinema sem saber muita coisa sobre o enredo ele acaba me "fisgando". A chegada foi uma boa surpresa pra mim.

O filme tem uma pegada de mistério e ficção científica. Tudo começa quando seres estranhos chegam a terra. Naves alienígenas pousam em doze cidades ao redor do mundo e as autoridades procuram uma maneira de se comunicar com os extraterrestres. Para isso, alguns especialistas são convocados para intermediar e entender essa comunicação, dentre eles, a professora Louise Banks, especialista em linguística, e o físico Ian Donnelly, buscam responder a seguinte pergunta: "o que vocês querem?" que outras onze equipes espalhadas pelo mundo também tentam.


Primeiramente, a chegada é dirigido por Denis Villeneuve. Como esperar pouca coisa de um filme comandado pelo cara que esteve a frente de "O homem duplicado", "Os suspeitos" e "Incêndios"? Pois é!!! Nada mais nada menos de que um filme tenso que prende do início ao fim quem está assistindo. A chegada foi indicado ao Oscar 2017 em oito categorias, dentre elas a de melhor filme. Mas só acabou levando pra casa o prêmio de melhor edição de som.

Um fato interessante de "A chegada" é a maneira como a linguagem é tão bem explorada. Na maioria dos filmes de ficção cientifica, a matemática e a física são a chave, o segredo, o ponto alto da história. Nesse filme, a linguagem tem grande relevância e podemos perceber a sua complexidade de uma maneira encantadora. A natureza da linguagem e das relações é evidenciada. O modo como Louise tenta ensinar a língua local para os aliens e como procura entender as "figuras" que eles emitem é instigante. Estamos tão imersos em nossas línguas nativas, que esquecemos do quão complexo é o ato de se comunicar.


Outra coisa que me chamou bastante a atenção foi como em um filme de invasão à terra os duelos, confrontos físicos, as lutas são deixadas em segundo plano. Não que isso seja um ponto ruim. Mas o ponto alto do filme não é a destruição ou a busca por território, mas sim, entender o que aqueles seres querem ao invadir o planeta. O trama se desenvolve na procura por essas respostas. Os efeitos especiais e cenários também não são muito utilizados. Ainda assim, os efeitos sonoros e a paleta de cores sombria, deixam o filme bem misterioso.

A viagem no tempo também é explorada no filme. Por mais que ele tenha uma sequência linear, sonhos e memórias são apresentados ao telespectador, que por vezes, pode se "perder" e achar que não está compreendendo direito o filme. Mas não se desesperem, no final tudo é esclarecido.  E eu, como uma boa fã de filmes que só revelam sua verdadeira intenção no final, adorei. "A chegada" tem um final digno de toda a história que foi desenvolvida.  A primeira vista pode parecer um filme confuso, mas atrás de toda a aparente confusão se encontra uma obra bastante poética.



Viram "A chegada"? O que acham desse tipo de filme?
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Cá estou para falar sobre mais um filme de Pedro Almodóvar. Quem me conhece, sabe que sou encantada pelo modo como esse cineasta conduz suas obras. Elas conseguem tocar no âmago da alma do ser humano de uma maneira ímpar. E se os demais filmes já me tocaram de maneira particular, "Fale com ela" conseguiu isso e um pouco mais. Ele é visto por muitos como o melhor filme do cineasta espanhol. Contudo, sou incapaz de dizer qual diamante é mais precioso do que o outro, já que sou encantada de maneira especial por cada um.

O longa-metragem de 2002, conta a história de Benigno, um enfermeiro que se apaixona por Alicia, uma moça que faz ballet em uma academia em frente ao seu apartamento. Entretanto, um acidente faz com que  Alicia fique em coma, e se interne no hospital no qual Benigno trabalha, tornando-se assim o responsável pelos cuidados da bailarina. Benigno cuida de sua paciente com um cuidado acima do normal, ele a massageia, corta seus cabelos, e de uma maneira especial conversa todos os dias com ela.


Paralelamente conhecemos a história de Marco, um jornalista que se apaixona por Lydia, uma toureira. Em uma tarde, Lydia é atingida por um touro e entra em estado de coma. Marcos vira seu acompanhante e assim conhece Benigno. Logo, Benigno e Marco constroem uma amizade que nasce de algo em comum: o amor que ambos têm por mulheres que estão em coma.

Apesar de ser um filme que traz o amor à tona, esse se torna um elemento transformador. A delicadeza, o sentimento e a compaixão estão envolvidas nesse drama, do mesmo modo que questões morais são exploradas e debatidas, atingindo em cheio seu telespectador. Não só a mente, mas a alma de quem vê esse filme são tocadas de uma maneira que causa bastante impacto. A reflexão é uma das características das obras desse diretor.


A beleza desse filme e seu roteiro são tão impactantes que renderam alguns prêmios, como é o caso da conquista do oscar de 2013 com o prêmio de melhor roteiro original, e também o prêmio de melhor filme estrangeiro do globo de ouro do mesmo ano. 

Com personagens conturbados, repleto de incidentes e coincidências, essa é uma verdadeira obra de arte composta por uma mescla de dança clássica e contemporânea, cinema mudo, e uma trilha sonora que conta com Elis Regina e Caetano Veloso. De tocar a alma!
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Julietta é um daqueles filmes que só de ouvir falar você já sente uma enorme vontade de assistir. Confesso que não curto muito ir pra estreias de filme no cinema por conta do tumulto e sessões lotadas, mas dessa vez foi diferente. Valeu a pena tirar um dia para ver o mais novo filme do meu cineasta favorito: Pedro Almodóvar. Sou encantada por cada filme dele, e dessa vez fui com as melhores expectativas, já que seria a primeira vez que veria nas salas de cinema uma produção do meu espanhol favorito.

A mais nova obra de Almodóvar conta a história de uma mulher de meia idade que está prestes a se mudar de Madri para Portugal, mas ao ver uma antiga amiga de sua filha Antía, resolve ficar e relembra o passado entre as duas ao escrever uma carta. Sendo uma adaptação de contos da canadense Alice Munro, a trama traz sua protagonista vivida por duas atrizes para representar fases distintas de sua vida. Adriana Ugarte representa a Julieta jovem, enquanto que Emma Suárez interpreta a Julieta de 50 anos.


O amor de mãe é muito bem retratado nesse filme. Julietta é uma mulher deprimida, angustiada e que procura nos seus erros encontrar uma maneira para de redimir. A história por traz da personagem é impactante e imprevisível, presa em um presente de arrependimentos e um passado que deseja modificar.

O modo como ocorre o desenrolar dos filmes do espanhol é encantador. A história começa de uma certa maneira e com o passar do tempo as coisas vão se encaixando de modo majestoso. Uma narrativa cheia de detalhes que prendem o telespectador e uma onda de expectativa que surge a cada cena. Me senti submersa em cada trecho, como se estivesse vivendo aquela história juntamente com a protagonista.


Apesar de não se fazer presente a ousadia típica desse cineasta, tudo ocorre de maneira muito intensa, desde o contexto, seu inicio e fim, até a sua fotografia, essa que possui cores fortes e vibrantes que se encaixam perfeitamente com sua história, já que as cores exuberantes contrastam com o enrendo sombrio e frio presente no longa. A atuação nesse filme é outro ponto a se destacar. O papel de Julietta parece ter sido feito exclusivamente para Emma Suárez, que demonstrou muita veemência em sua atuação.

A maneira como a mulher é retratada não só nesse filme, mas nas demais obras de Almodóvar, é fascinante. Ele consegue trazer à tona os mais diversos sentimentos que as mulheres carregam dentro de si. Suas personagens são donas de personalidades marcantes e histórias comoventes, que conseguem prender do início ao fim aquele que assiste. "Julietta" me fez enxergar através de sua história algumas das angústias do ser humano, a culpa, o passado e arrependimentos.


Já viram? Recomendo!
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Existem dois tipos de pessoas: As que amam ver filmes e aquelas que não dispensam um bom livro. Muitos gostam de ambos, mas existem aqueles que insistem em discutir qual dos dois é melhor do que o outro. É preciso deixar claro antes de tudo que ambos são mídias diferentes. O que um filme mostra e o que o livro narra podem divergir em algumas partes, já que ambos focam em coisas diferentes, objetivos que diferem, mecanismos distintos. Muitas vezes, é necessário a realização de mudanças para a adaptação de um livro em filme, já que por vezes os elementos do cinema não batem com o do livro. Entretanto, a ideia principal, a essência, deve prevalecer em ambos.

Antes de falar sobre o enredo em si, queria deixar claro pra vocês que esse comparativo não que mostrar qual é melhor do que o outro, mas sim, explanar o que ambos abordam e de que maneira um difere do outro, os pontos que convergem e se existe uma diferença gritante entre as duas mídias. Já falei num post aqui no blog sobre o livro: Vertigo - um corpo que cai, o qual recebi do grupo editorial autêntica, pelo selo vestígio, e também sobre o filme que é clássico do cinema. Quem quiser conhecer mais a fundo o que ambos abordam indico a leitura.

Vertigo - um corpo que cai é uma obra escrita em conjunto por Pierre Boileau e Thomas Narcejac especialmente para Alfred Hitchcock. O livro foi publicado em 1954 e foi adaptado para o cinema pelo mestre do suspense em 1958. Logo, a história do filme foi baseada nesse romance escrito por Boileau-Narcejac. De um modo geral, o enredo de Vertigo é sobre um detetive aposentado devido a sua acrofobia (medo de lugares altos), que após um pedido de um antigo colega de faculdade, investiga sua esposa, Madeleine, a qual acha que pode estar possuída por alguém que já morreu, já que ultimamente a mesma parece ficar ausente, distante, como alguém que não conhece. 

As primeiras impressões que senti no livro foram iguais às do filme. Personagens de forte personalidade, uma aura de muito mistério e um desenrolar cadenciado. Assim como as semelhanças, as divergências foram claramente percebidas. A cidade que a trama acontece no filme é em São Francisco, já no livro tudo ocorre em Paris. Entretanto, isso não mudou muito no decorrer da história. Algumas cenas do filme que são realizadas em uma igreja, cemitério ou rio, não são diferentes do livro, exceto pelos nomes, já que se tratam de cidades distintas. 

O nome dos personagens me chamou bastante atenção, já que são marcas registradas dos personagens, e algo que acreditava ser importante para referenciar o livro ao filme. O detetive no livro se chama Flavières, no filme é denominado Scottie Ferguson. O amigo do detetive que pede para vigiar sua esposa se chama no filme Galvin Elster e no livro é Gévigne. A bisavó de Madeleine ao invés de ser chamada de Pauline Lagerlac é conhecida como Carlotta Valdes, dentre tantos outros nomes que foram modificados na trama.

A aparência dos personagens no filme também é um ponto que pode ser questionado, já que o detetive sempre se referia ao seu amigo de faculdade no livro como gordo e baixo, quando no filme ele tem uma estrutura física similar ao do marido de Madeleine. Uma objeto peculiar para a história do livro é modificado no filme, que apesar de não alterar o sentido, fez um pouco de falta para mim e só pude perceber essa mudança no final do filme. Dentre poucas coisas que foram descritas de um modo no livro e no filme tem um pouco de diferença.

Exceto o que foi abordado nos parágrafos acima, a maioria das ocorrências, salvo por alguns pequenos detalhes apresentados no filme, convergem para uma mesma história. O que é mostrado tanto no livro quanto no filme conspira para uma só explicação da trama e levam para um mesmo final. Eu diria que mesmo que com meios um pouquinho diferentes, ambos levam para um mesmo fim. Fiquei até surpresa em como sua grande maioria ocorreu semelhantemente a outra mídia.

A adaptação cinematográfica é mais esclarecedora, mostra sem resquícios ao telespectador o que pode ter ficado subentendido nas linhas da obra escrita. No entanto, o livro traz as mais diversas particularidades que por vezes são deixadas de lado no filme. O livro é rico em detalhes. O filme é mais esclarecedor, Os dois trazem alguns traços distintos, mas não perdem o real sentido da história. Mesmo se tratando de mídias diferentes, os dois passam a mesma ideia, trazendo muita emoção e mistério para quem assiste ou lê tamanho clássico. Vale muito a pena conhecer ambos, recomendo!


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Amo indicações de filme. Conhecer algo que pessoas que você tem apreço gostam é muito interessante. Vertigo foi recomendado diversas vezes por meus colegas de faculdade e fui tomando curiosidade pelo filme. Logo depois de ler o livro, a vontade de ver esse clássico do cinema foi imediata. E cá estou eu falando da obra de Alfred Hitchcock mais uma vez pra vocês.

O filme se passa em São Francisco onde Scottie Fergurson, um detetive aposentado devido à sua acrofobia, recebe o pedido de um velho colega de faculdade, Galvin Elster, para que vigie sua esposa, Madeleine, o qual acredita estar possuída por alguém que já morreu em decorrência do seu comportamento distante e ausente, como se ela fosse uma pessoa num corpo diferente.


Elster, que está muito bem de vida devido aos bens que tem herdado do casamento com Madeleine, acredita que Scottie possa fazer um bom e discreto trabalho já que o mesmo passou vários anos trabalhando para a polícia. Scottie recusa a princípio, mas após os pedidos do colega e por tamanha curiosidade com o caso, aceita em seguida. Elster acredita que sua esposa esteja possuída por sua bisavó (a qual nunca conheceu), já que Madeleine frequenta os mesmos lugares que ela frequentava, se veste do mesmo modo e tem tendências suicidas, aparentando estar em um corpo que não é seu. E é a partir dessa investigação que se dá a trama do filme.

Eu diria que Hitckcock brinca com quem assiste Vertigo, pois em determinado momento você pensa que ele trata de coisas sobrenaturais, e na outra acha que é sobre a mente humana, o medo e a possessão. Por vezes tentei descobrir como seria seu fim, todas em vão, pois cada cena era imprevisível. Quando você finalmente acha que tudo está enfim resolvido, as coisas mudam novamente. 


Apesar de parecer para alguns um filme com muita enrolação, achei que tudo que ocorreu na trama tinha grande importância para uma melhor absorção da obra. Com um roteiro cheio de reviravoltas, Vertigo é um filme feito para aqueles que gostam de mistério, suspense e um final surpreendente. Você termina de vê-lo com a sensação de que precisa de mais. É inteligente e intrigante.

Os filmes de Alfred Hitchcock trazem uma aura que você reconhece de longe. O modo como a história vai se desvendando e como tudo converge para um final inusitado é maravilhoso. A maestria que esse diretor tem de fazer os enredos se tornarem inesquecíveis é surpreendente. O mestre do suspense faz jus merecido ao nome que carrega, e Vertigo faz jus mais do que merecido as indicações que recebi e que tantos críticos aclamam. Sensacional.


Já viram o filme ou leram o livro?

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Melancolia é um filme dirigido por Lars Von Trier e é dividido em duas partes: Justine e Clare.
Duas irmãs que são bem diferentes uma da outra. Enquanto Justine está cansada da vida e de tentar transparecer algo que não é ou sente, Clare é bem centrada e faz tudo pelo bem estar de sua família, mas é muito ansiosa e medrosa. Uma tem medo do fim, a outra do início. Duas irmãs, dois planetas, dois capítulos, duas vidas.

O filme têm inicio no capítulo de Justine, redatora de uma agência de publicidade que está se casando com Michael. Clare organiza toda a cerimônia para sua irmã mais nova, mas mesmo assim as irmãs não conseguem se aproximar. Um capítulo em que existem várias ocorrências, muitas vezes soltas, que pode fazer com que o espectador se perca no meio de tanta informação, entretanto no desenrolar do filme as coisas vão sendo esclarecidas.


Na segunda parte, as pessoas tomam conhecimento de Melancolia, um planeta que pode se colidir com a terra, destruindo assim toda vida existente. Enquanto que Justine está conformada, Clare se apavora com o possível fim. Um filme que acompanha o ritmo dos acontecimentos. Uma parte bem mais esclarecedora do que a primeira, na qual os fatos vão realmente se juntando e fazendo sentido.

Esse é um daqueles filmes ótimos para refletir sobre nossas vidas. Sobre o tédio do cotidiano, uma vida cheia de responsabilidades, trabalho, dinheiro, família, na qual perdemos a sensibilidade para coisas simples mas tão importantes, e acabamos virando escravos da nossa própria existência. Uma ótima reflexão para lembrar que a morte é algo certo, que não devemos nos preocupar como ela será, mas como guiamos nossas próprias vidas.


A depressão e a ansiedade são muito bem retratadas no filme. Por vezes, você pode se sentir imersa nessa história, como se tivesse passando por tudo aquilo com as irmãs. Melancolia não é um filme que é narrado somente por falas, mas as cores, as imagens e o silêncio exemplificam muito bem a ideia que o autor teve para o filme: transpor um sentimento melancólico, de uma pessoa oprimida pelo vazio existencial.



Um filme para termos noção da insignificância das convenções sociais, dos bens materiais e perceber a imensidão do universo!
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Sou daquelas pessoas que não dispensam um bom filme, seja ele em casa, seja no cinema, gosto de ver e observar como toda uma narrativa se desenrola, e como essa, na maioria das vezes, nos prende de um jeito que não tem como parar de ver ou falar sobre o filme. Relatos selvagens me pegou de jeito. Eu diria que esse foi um dos poucos filmes no qual eu não dava nada por ele e fui bruscamente enganada. Depois de quase uma hora após ter visto o filme não consigo parar de pensar nele, por essa e outras, vos escrevo essa resenha.

Dirigido por Damián Szifon, "relatos selvagens"  é categorizado como uma comédia dramática, mas mistura suspense, tensão, romance e drama. Esse foi o primeiro filme do cinema argentino que assisti, e foi uma porta de entrada para os demais. Como já se diz no próprio nome, a selvageria urbana é muito bem retratada, no qual os protagonistas perdem o controle e tentam fazer justiça com as próprias mãos.


Relatos Selvagens são seis narrativas em um só filme. Cada narrativa não se interliga com a outra, exceto pelo sentimento contido em cada história no modo como ela surge ou se finda. A vingança, o temor, estresse ou até mesmo a depressão são abordadas em cada conto. Você acaba se sentindo na pele do personagem e isso acaba te prendendo totalmente a história.


São seis contos excepcionalmente bons. Sério. Estava na procura de somente um para poder falar pra vocês que era o meu favorito, mas é impossível.  As narrativas vão de coisas cotidianas como uma briga de trânsito, até mesmo coisas inusitadas como uma noiva que descobre a traição do marido em plena festa de casamento. O modo como a realidade se altera e como num segundo tudo se torna imprevisível faz com que o filme te prenda até o último segundo. Um filme fantástico! Ótimo para das boas risadas, como também para refletir sobre a vida Super recomento.

Já ouviram falar nesse filme? Já viram? Contem nos comentários.
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Sim, o título do post é assim mesmo haha. Quando a gente precisa fazer logo algo, vez ou outra alguém solta um "isso é pra ontem", que tem o mesmo sentido de "pra já". Mas existem coisas que são muito importantes, imprescindíveis, eu diria, e se não fizemos ainda temos que fazer logo né? Por isso trouxe alguns filmes que me indicaram (e ainda não vi) e que estou indicando pra vocês também que precisam ser vistos o quanto antes. Segue abaixo a lista:

Clube da luta (1999)


Jack é um executivo jovem, trabalha como investigador de seguros, mora confortavelmente, mas ele está ficando cada vez mais insatisfeito com sua vida medíocre. Para piorar ele está enfrentando uma terrível crise de insônia, até que encontra uma cura inusitada para o sua falta de sono ao frequentar grupos de auto-ajuda. Nesses encontros ele passa a conviver com pessoas problemáticas como a viciada Marla Singer e a conhecer estranhos como Tyler Durden. Misterioso e cheio de ideias, Tyler apresenta para Jack um grupo secreto que se encontra para extravasar suas angústias e tensões através de violentos combates corporais.

Diana (2013)


Prestes a se divorciar de Charles, a princesa Diana divide seu tempo entre a solidão da vida no palácio em que vive e os compromissos que possui com diversas entidades beneficentes. Um dia, ao saber que um amigo foi operado às pressas, ela vai até o hospital em que está internado e lá conhece o doutor Hasnat Khan. Diana logo fica encantada pelo fato dele não a tratar como uma princesa, apesar de saber quem ela é. Não demora muito para que iniciem um relacionamento, mantido às escondidas devido ao desejo de Hasnat em ter uma vida reservada.

Histórias cruzadas (2012)


Jackson, pequena cidade no estado do Mississipi, anos 60. Skeeter é uma garota da sociedade que retorna determinada a se tornar escritora. Ela começa a entrevistar as mulheres negras da cidade, que deixaram suas vidas para trabalhar na criação dos filhos da elite branca, da qual a própria Skeeter faz parte. Aibileen Clark, a emprega da melhor amiga de Skeeter, é a primeira a conceder uma entrevista, o que desagrada a sociedade como um todo. Apesar das críticas, Skeeter e Aibileen continuam trabalhando juntas e, aos poucos, conseguem novas adesões.

Os pássaros (1963)


Melanie Daniels é uma bela e rica socialite que sempre vai atrás do que quer. Um dia ela conhece o advogado Mitch Brenner em um pet shop e fica interessada nele. Após o encontro ela decide procurá-lo em sua cidade. Ela dirige por uma hora até a pacata cidade de Bodega Bay, na Califórnia, onde Mitch costuma passar os finais de semana. Entretanto, Melaine só não sabia que iria vivenciar algo assustador: milhares de pássaros se instalaram na localidade e começam a atacar as pessoas.

Perfume de mulher (1992)


Frank Slade, um tenente-coronel cego, viaja para Nova York com Charlie Simms, um jovem acompanhante, com quem resolve ter um final de semana inesquecível antes de morrer. Porém, na viagem ele começa a se interessar pelos problemas do jovem, esquecendo um pouco sua amarga infelicidade.

Um sonho de liberdade (1995)


Em 1946, Andy Dufresne, um jovem e bem sucedido banqueiro, tem a sua vida radicalmente modificada ao ser condenado por um crime que nunca cometeu, o homicídio de sua esposa e do amante dela. Ele é mandado para uma prisão que é o pesadelo de qualquer detento, a Penitenciária Estadual de Shawshank, no Maine. Lá ele irá cumprir a pena perpétua. Andy logo será apresentado a Warden Norton, o corrupto e cruel agente penitenciário, que usa a Bíblia como arma de controle e ao Capitão Byron Hadley que trata os internos como animais. Andy faz amizade com Ellis Boyd Redding, um prisioneiro que cumpre pena há 20 anos e controla o mercado negro da instituição.


Já viram algum desses filmes? pretendem ver?

*todas as sinopses foram retiradas do site adorocinema.com
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Tá, esse não é um título de post muito animador, mas sempre que procuro filmes assim tenho uma dificuldade imensa de encontrá-los, então por que não colocar um título que ajude? Enfim, no ano passado assisti uns filmes muito lindos, entretanto, que me deixaram com um aperto no coração de tão emocionantes que são. Preparados pra ver a lista de cinco filmes de romance e drama que mexem com nossos sentimentos?
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Beleza americana (American beauty) é um daqueles filmes que inicialmente você não dá nada por ele, mas no decorrer do filme você acaba entendendo o porquê de tantos prêmios obtidos. Estava procurando algum filme pra assistir e acabei me rendendo à fotografia de American beauty, um filme de 1999 (lançado no Brasil somente em 2000) com uma história que aparentava ser clichê: um pai que se apaixona pela amiga de sua filha.

O início do filme mostra a família Burnham, essa que aparentava ser normal: uma filha adolescente rebelde e pais dedicados ao seu trabalho. As coisas começam a mudar no momento em que Lester (o pai) se apaixona por Angela, a amiga jovem e bonita da sua filha Jane. Lester tenta sempre que possível ficar perto da amiga da sua filha, fazendo de tudo para que Jane traga ela pra casa ou saia com ela. E assim o filme se desenrola, com os personagens um por um mostrando seus instintos e suas fraquezas, mostrando viverem uma vida monótona e comum.


Falando em personagens, cada um nesse filme tem características bem marcantes. Lester é um pai que se dedica ao trabalho, mas acaba percebendo que quer ficar mais próximo da sua filha (nem que seja só pra ter um pouco da atenção da sua amiga). Ele é no inicio um completo babaca, mas ao desenrolar da história vemos que esse tem um carisma incomum. A mulher de Lester, Carolyn, parece ser bem centrada e que busca cuidar da sua família e do seu lar, mas não passa de uma mulher materialista e bastante interesseira. Angela quer ser o centro das atenções e deseja que todos a venerem e a invejem, quando na verdade não passa de uma garota insegura em busca de ser amada. Já Jane é uma garota rebelde, tem baixa auto estima e não se importa com a vida, até conhecer seu vizinho Ricky, um cara pra lá de esquisito, e querer dividir todos os seus momentos com ele.


Esse foi sem dúvida um dos melhores filmes que já vi, está no meu top 5 com certeza. Eu fiquei umas duas horas tentando raciocinar o que tinha se passado e saber o que eu faria da minha vida depois desse choque de realidade. Um baita filme, uma ótima fotografia, direção, roteiro e elenco. Com um final super surpreendente e com a mensagem que o roteirista quis passar recebida com sucesso. Um filme que todo mundo tem que assistir ao menos uma vez na vida. Encerro esse post com um trecho que super marcou esse filme:

"[...] Acho que poderia estar puto com o que me aconteceu... mas é difícil ficar zangado quando há tanta beleza no mundo. Às vezes, sinto que estou vendo tudo de uma vez, e é demais. Meu coração se enche como um balão que está prestes a explodir, e eu me lembro de relaxar, e parar de tentar entender tudo. E então tudo passa por mim como a chuva, e não consigo sentir nada além do que gratidão, por cada simples momento da minha estúpida vidinha. Você não tem ideia do que estou falando, tenho certeza. Mas não se preocupe, algum dia entenderá." 


E aí, já assistiram? Pretendem assistir?
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Filmes de romance combinam com amigas, suspiros e muita fofura, né? Acredito que um dos motivos pras pessoas gostarem tanto de filmes de romance é justamente ser algo bonitinho que dá certo no final, além de existirem aqueles caras que são tudo que pedimos a Deus e fazem de tudo pra o relacionamento dar certo. Pensando nisso, resolvi indicar 5 filmes que vi recentemente onde os caras são mega fofos.

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Eu tinha, precisava, necessitava, falar pra vocês sobre star wars, tô apaixonada por essa saga de filmes tão aclamada e conhecida por muitos. Desde sempre quis assistir e saber o motivo de tanta gente com tatttos, camisetas e afins sobre a saga, e acreditem, depois que você vê o primeiro filme você se apaixona por todos os outros e pela história envolvida em cada filme e por trás de cada personagem. Nada mais geek pra falar nessa tag, certo?
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Jornalista. Blogueira desde 2011. Metade de mim é amor, a outra metade é fluminense, séries e los hermanos. Se você gosta disso, de indicações de filmes, livros e muito mais, esse é o lugar certo.

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